Eu sou a contradição em pessoa. Eu falo em códigos, por enigmas. Eu nunca vou admitir nada que me comprometa. Se eu disser “pode ir”, lê-se, “fique”. Não tenho ciúmes de seu ninguém, são apenas indiretas, apenas mau humor. Sou um tanto quanto irônico e talvez seja esse o motivo de você não saber diferenciar se estou falando sério ou não. Eu nunca choro. Não mesmo. Pode ser um cisco ou qualquer outra coisa que tenha entrado em meus olhos, talvez uma dor de cabeça muito forte, mas choro não é, acredite em mim. Já deu pra perceber que eu não sou de demonstrar fraqueza, né? E nem sentimentos. Mas se você tiver paciência e for uma daquelas pessoas que enxerga bondade aonde não tem. Quem sabe lá no fundo você consiga enxergar alguma qualidade.
Era assustador porque, a pessoa que me tirava lágrimas, era a mesma que arrancava sorrisos.
Admito que doeu, que me sufocou. Admito que eu não sabia pra onde correr. Admito que me consumiu, que me corroeu, que me despedaçou. Mas também admito que me fez olhar pra frente e entender que tudo nessa vida tem uma razão, e que se você se machuca muito, começa a não doer mais tanto.
Amor é uma mistura de ” me deixa em paz ” com ” volta aqui, fica mais um pouco.
Ela me olhou com doçura. E me abraçou. E eu fechei os olhos, porque só queria sentir os seus abraços. E então me deu um beijo na testa e sussurou para que ninguém mais ouvisse: “Eu te amo.
Não desisti. Só me feri. E você deve entender, como é difícil escolher entre ficar ou ir embora, quando você não consegue sentir segurança em nada.
Eu ando na minha, quieto. Parece que desisti, mas na verdade esse é o meu jeito de esperar.
Por mais que o tempo passe, certas palavras e momentos nunca serão esquecidos.